REDES SOCIAIS
E A INTERNET
As redes sociais, apesar de serem muito uteis no dia a dia dos jovens, trazem um enorme perigo para toda a humanidade. Mas, qual será?
Calma meu amigo, muita calma nessa hora. Você deve estar louco para saber a resposta porque você deve ser VICIADO nelas correto? Preste atenção, não se prenda a elas, apesar de serem legais e divertidas. Pois, quanto mais você as usa, mais você fica dependente delas. Por isso, se não quer virar vítima do computador, fique meio a meio. Não deixe o PC de lado, mas também não deixe de lado um bom livro. Um livro é muito mais importante, ensina muito mais coisas. Mas, a internet tem lá suas vantagens: A carta sumiu, foi substituída pelo email que é usado hoje em dia pela população mundial. O email não serve só apenas para se comunicar e matar a saudade de conversar com um amigo. É usado por profissionais de trabalho: Jornalistas, Profissionais de Propaganda, Profissionais de Marketing e muitos outros.
Não é só isso, a famosa “net” tem ajudado muito na comunicação entre amigos ou amigas distantes.
Hoje em dia, a comunicação de uma pessoa do Brasil com uma do Japão, por exemplo, ficou muito mais fácil, graças a internet e o email.
Outra das vantagens, a internet contém muitas coisas a serem descobertas. Os jornais , por exemplo, já tem seus sites para que os leitores não precisem gastar dinheiro para apenas obter informações do dia a dia da cidade.
A internet também contém jogos e muita, mais muita diversão! O site Youtube permite com que você ouça suas músicas favoritas, assistir aos seus clipes favoritos. Permite também com que você poste seu próprio vídeo, mas, para isso , é preciso se cadastrar.
Pesquisas escolares também podem ser feitas na internet. No site GOOGLE você encontra absolutamente tudo!
Não deixa de fora a internet, mas não abuse dela também.
Existem redes, como o Club Penguin, rede social criada e fundada pela Disney®. Ela contém coisas muito diferentes das outras redes sociais. O jogo é mais ou menos assim: Existe uma ilha, só habitada por pingüins, e, nesta ilha, são espalhados vários mini-jogos dentro de algumas salas que estão espalhadas pela ilha. Se você é um MEMBERSHIP, você tem privilégios! Você pode comprar roupinhas para o seu pingüim, mudar ele(a) de cor, escolher um nome para ele e muito mais! A rede traz muita diversão e alegria!
04 dezembro 2010
01 dezembro 2010
Brincadeiras Populares
Olá,
Hoje o assunto é brincadeira!
Ai, não tem nada mais gostoso na nossa infância do que brincar! É tão bom...
Você já deve ter brincado de uma destas brincadeiras. Mas, se não brincou, não importa, você pode aprende-las aqui!
Vamos Brincar:
PEGA-PEGA- Brincadeira popular cujo o objetivo é escapar do determinado pegador(O pegador tem que ser determinado pelo.)
ESCONDE-ESCONDE- Brincadeira popular cujo objetivo é não ser encontrado pelo pegador (que tem que ser determinado pelo grupo, todo pegador é.)
Amarelinha- Brincadeira que contém um tipo de tapete com a ordem númerica, joga-se uma pedra em um determinado número , a pessoa da vez, pula em todos os números , menos no que jogou a pedra. Na volta, ao chegar no número da pedrinha , pega-se a pedrinha e continua-se a pular .
PORQUE O JOGADOR DA VEZ(AMARELINHA) E O PEGADOR TEM QUE SER DETERMINADOS PELO GRUPO?
Simples, por que seria meio injusto se o conjunto não tirasse na sorte(rock , paper , sisours/ two or one / dedos iguais) não acha?
E tem mais, fica mais divertido tirar na sorte porque se fazem 2 brincadeira, a escolha do 1º jogador e o próprio jogo.
Brincar é sempre muito divertido! O modo de se tirar na sorte pode ser aderido pela galera. Ou, se quiserem, podem usar aleatóriamente!
Use o SEU jeito de brincar! Não faça da brincadeira um teatro, mas sim, uma FANTASIA !
Brincar, é tudo de bom! Aproveite enquanto você pode . Não fique mechendo no computador ou no videogame! Saia para fora! Curta o dia, brincar é um passatempo muito divertido, principalmente quando se brinca com as pessoas que você gosta.
Não desperdice a sua infância.
Hoje o assunto é brincadeira!
Ai, não tem nada mais gostoso na nossa infância do que brincar! É tão bom...
Você já deve ter brincado de uma destas brincadeiras. Mas, se não brincou, não importa, você pode aprende-las aqui!
Vamos Brincar:
PEGA-PEGA- Brincadeira popular cujo o objetivo é escapar do determinado pegador(O pegador tem que ser determinado pelo.)
ESCONDE-ESCONDE- Brincadeira popular cujo objetivo é não ser encontrado pelo pegador (que tem que ser determinado pelo grupo, todo pegador é.)
Amarelinha- Brincadeira que contém um tipo de tapete com a ordem númerica, joga-se uma pedra em um determinado número , a pessoa da vez, pula em todos os números , menos no que jogou a pedra. Na volta, ao chegar no número da pedrinha , pega-se a pedrinha e continua-se a pular .
PORQUE O JOGADOR DA VEZ(AMARELINHA) E O PEGADOR TEM QUE SER DETERMINADOS PELO GRUPO?
Simples, por que seria meio injusto se o conjunto não tirasse na sorte(rock , paper , sisours/ two or one / dedos iguais) não acha?
E tem mais, fica mais divertido tirar na sorte porque se fazem 2 brincadeira, a escolha do 1º jogador e o próprio jogo.
Brincar é sempre muito divertido! O modo de se tirar na sorte pode ser aderido pela galera. Ou, se quiserem, podem usar aleatóriamente!
Use o SEU jeito de brincar! Não faça da brincadeira um teatro, mas sim, uma FANTASIA !
Brincar, é tudo de bom! Aproveite enquanto você pode . Não fique mechendo no computador ou no videogame! Saia para fora! Curta o dia, brincar é um passatempo muito divertido, principalmente quando se brinca com as pessoas que você gosta.
Não desperdice a sua infância.
Não dá pra perder
Oca mergulha em exposição sobre água
“Água na Oca”que começou em 26/11, em São Paulo, faz refletir sobre o papel da água na manutenção da vida na Terra
A água e sua importância para a vida é o tema de uma exposição que começou nesta sexta (26) no Parque do Ibirapuera, em São Paulo.
“Água na Oca” inundará os 8000 metros quadrados do pavilhão, com arte, ciência, meio ambiente e política.
Cada andar da Oca aborda um aspecto da água: no subsolo, ficam obras de arte que envolvem água, como inspiração ou matéria-prima.
O térreo abriga o setor chamado Mundo d’Água, com várias instalações que se valem da tecnologia e interatividade para explicar as relações entre água, vida e planeta, como uma faixa de aquários com mais de 60 espécies de peixes que vivem em diferentes ecossistemas, como o Amazônico, floresta da Sumatra e bacia do Congo.
Um terrário virtual mostrará como algumas espécies vivem em ambientes secos e aquáticos. O ambiente está montado, mas os animais serão projeções criadas em computador.
No primeiro andar, o destaque é para a questão social da água. Uma instalação simula uma casa durante uma tempestade, e viver na pele o risco de uma enchente.No 2º andar da Oca fica a chamada Última Fronteira. Um filme de oito minutos, projetado no teto, apresenta aos visitantes, deitados em colchões d’água, as profundezas do oceano e os seus diferentes habitantes – desde os recifes de coral até os seres abissais.
Horários: terças, quartas e sextas-feiras: das 9h às 18h; quintas-feiras, das 9h às 21h; fins de semana e feriados: das 10h às 20h.
Ingressos: inteira: R$ 20,00, estudantes e professores com comprovantes pagam meia-entrada. Menores de sete anos e maiores de 60 com documento não pagam. No último domingo de cada mês, a entrada é gratuita para todos.
Estive lá e RECOMENDO a todos que gostam de tecnologia, meio ambiente e preservam a VIDA na TERRA!
Anotou na sua agenda?...
Chico Buarque
Francisco Buarque de Hollanda (Rio de Janeiro, 19 de junho de 1944), mais conhecido como Chico Buarque ou ainda Chico Buarque de Hollanda, é um músico, dramaturgo e escritor brasileiro.
Filho do historiador Sérgio Buarque de Holanda, iniciou sua carreira na década de 1960, destacando-se em 1966, quando venceu, com a canção A Banda, o Festival de Música Popular Brasileira. Socialista declarado,se auto-exilou na Itália em 1969, devido à crescente repressão da ditadura militar no Brasil, tornando-se, ao retornar, um dos artistas mais ativos na crítica política e na luta pela democratização do Brasil. Na carreira literária, foi ganhador do Prêmio Jabuti, pelo livro Budapeste, lançado em 2004.Casou-se com e separou-se da atriz Marieta Severo, com quem teve três filhas: Sílvia, que é atriz e casada com Chico Diaz, Helena, casada com o percussionista Carlinhos Brown e Luísa. É irmão das cantoras Miúcha, Ana de Hollanda e Cristina. Ao contrário do que tem sido propagado na internet, Aurélio Buarque era apenas um primo distante do pai de Chico.
Biografia
Chico é filho de Sérgio Buarque de Holanda (1902–1982), um importante historiador e jornalista brasileiro e de Maria Amélia Cesário Alvim(1910-2010), pintora e pianista.
Em 1946, passou a morar em São Paulo, onde o pai assumira a direção do Museu do Ipiranga. Sempre revelou interesses pela música – interesse que foi bastante reforçado pela convivência com intelectuais como Vinicius de Moraes e Paulo Vanzolini.
Em 1953, Sérgio Buarque de Holanda foi convidado para lecionar na Universidade de Roma, consequentemente, a família muda-se para a Itália. Chico torna-se trilíngue, na escola fala inglês, e nas ruas, italiano. Nessa época, suas primeiras "marchinhas de carnaval" são compostas, e, com as irmãs mais novas, Piiizinha, Cristina e Ana, encenadas.
De volta ao Brasil, produz suas primeiras crônicas no jornal Verbômidas, do Colégio Santa Cruz de São Paulo, nome criado por ele. Sua primeira aparição na imprensa não foi cultural, mas policial, publicada, no jornal Última Hora, de São Paulo. Com um amigo, furtou um carro para passear pela madrugada paulista, algo relativamente comum na época. oi preso. "Pivetes furtaram um carro: presos" foi a manchete no dia seguinte com uma a foto de dois menores com tarjas pretas nos olhos. Chico não pôde mais sair sozinho à noite até que completasse 18 anos.
Início de Carreira
Chico Buarque chegou a ingressar no curso de Arquitetura na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU) em 1963. Cursou dois anos e parou em 1965, quando começou a se dedicar à carreira artística. Neste ano, lançou Sonho de Carnaval, inscrita no I Festival Nacional de Música Popular Brasileira, transmitida pela TV Excelsior, além de Pedro Pedreiro, música fundamental para experimentação do modo como viria a trabalhar os versos, com rigoroso trabalho estilístico morfológico e politização, mais significativamente na década de 1970. A primeira composição séria, Canção dos Olhos, é de 1961.
Conheceu Elis Regina, que havia vencido o Festival de Música Popular Brasileira (1965) com a canção Arrastão, mas a cantora acabou desistindo de gravá-lo devido à impaciência com a timidez do compositor. Chico Buarque revelou-se ao público brasileiro quando ganhou o mesmo Festival, no ano seguinte (1966), transmitido pela TV Record, com A Banda, interpretada por Nara Leão (empatou em primeiro lugar com Disparada, de Geraldo Vandré). No entanto, Zuza Homem de Mello, no livro A Era dos Festivais: Uma Parábola, revelou que a banda venceu o festival. O musicólogo preservou por décadas as folhas de votação do festival. Nelas, consta que a música "A Banda" ganhou a competição por 7 a 5. Chico, ao perceber que ganharia, foi até o presidente da comissão e disse não aceitar a derrota de Disparada. Caso isso acontecesse, iria na mesma hora entregar o prêmio ao concorrente.
No dia 10 de outubro de 1966, data da final, iniciou o processo que designaria Chico Buarque como unanimidade nacional, alcunha criada por Millôr Fernandes.
Canções como Ela e sua Janela, de 1966, começam a demonstrar a face lírica do compositor. Com a observação da sociedade, como nas diversas vezes em que citação do vocábulo janela está presente em suas primeiras canções: Juca, Januária, Carolina, A Banda e Madalena foi pro Mar. As influências de Noel Rosa podem ser notadas em A Rita, 1965, citado na letra, e Ismael Silva, como em marchas-ranchos.
Festivais de MPB nos anos de 1960
No festival de 1967 faria sucesso também com Roda Viva, interpretada por ele e pelo grupo MPB-4 — amigos e intérpretes de muitas de suas canções. Em 1968 voltou a vencer outro Festival, o III Festival Internacional da Canção da TV Globo. Como compositor, em parceira com Tom Jobim, com a canção Sabiá. Mas desta vez a vitória foi contestada pelo público, que preferiu a canção que ficou em segundo lugar: Pra não dizer que não falei de flores, de Geraldo Vandré.
A participação no Festival, com A Banda, marcou a primeira aparição pública de grande repercussão apresentando um estilo amparado no movimento musical urbano carioca da Bossa nova, surgido em 1957. Ao longo da carreira, o samba e a MPB também seriam estilos amplamente explorados.
Trilha-sonora e adaptações de livros
Chico participou como autor e compôs várias canções de sucesso para o filme Quando o Carnaval chegar, musical de Cacá Diegues. Compôs a canção-tema do longa-metragem Vai trabalhar Vagabundo, de Hugo Carvana — Carvana chegou a modificar o roteiro a fim de usá-la melhor. Faria o mesmo com os filmes seguintes desse diretor: Se segura malandro e Vai trabalhar vagabundo II. Adaptou canções de uma peça infantil para o filme Os Saltimbancos Trapalhões do grupo humorístico Os Trapalhões e com interpretações de Lucinha Lins. Outras adaptações de uma peça homônima de sua autoria foram feitas para o filme A Ópera do Malandro, mais um musical cinematográfico. Vários filmes que tiveram canções-temas de sua autoria e que fizeram muito sucesso além dos citados: Bye Bye Brasil, Dona Flor e seus dois maridos e Eu te amo, os dois últimos com Sônia Braga. Recentemente, chegou a ter uma participação especial como ator no filme Ed Mort. Ele escreveu um livro que virou filme, Benjamim, que foi ao ar nos cinemas em 2003, tendo como personagens principais Cleo Pires, Danton Melo e Paulo José.
Em maio de 2009, é lançado o filme Budapeste com roteiro baseado em livro homônimo de Chico Buarque. No filme há também a participação especial do escritor.
Teatro e literatura
Musicou as peças Morte e vida severina e o infantil Os Saltimbancos. Escreveu também várias peças de teatro, entre elas Roda Viva (proibida), Gota d'Água, Calabar (proibida), Ópera do malandro e alguns livros: Estorvo, Benjamim, Budapeste e Leite Derramado.
Chico Buarque sempre se destacou como cronista nos tempos de colégio; seu primeiro livro foi publicado em 1966, trazendo os manuscritos das primeiras composições e o conto Ulisses, e ainda uma crônica de Carlos Drummond de Andrade sobre A Banda. Em 1974, escreve a novela pecuária Fazenda modelo e, em 1979, Chapeuzinho Amarelo, um livro-poema para crianças. A bordo do Rui Barbosa foi escrito em 1963 ou 1964 e publicado em 1981. Em 1991, publica o romance Estorvo e, quatro anos depois, escreve o livro Benjamim. Em 2004, o romance Budapeste ganha o Prêmio Jabuti de melhor Livro de Ficção do ano. o livro Leite Derramado é lançado
Programas de televisão
Deixou de participar de programas populares de televisão, tendo problemas com o apresentador Chacrinha, que teria feito uma piada com a letra da canção Pedro Pedreiro, ao ouvir o ensaio. Irritado, Chico foi embora e nunca se apresentou no programa. O executivo Boni proibiu qualquer referência a Chico durante a programação da TV Globo, depois que ambos também tiveram um entrevero, mas por pouco tempo, uma vez que ainda durante a década de 1970 (e o começo da de 80) músicas suas constavam das trilhas de várias telenovelas, como Espelho Mágico e Sétimo Sentido. Ao fim da proibição vários anos depois, Chico aceitou fazer um programa com Caetano Veloso, que contou com a participação de outros artistas.
[editar] A crítica à Ditadura
Ameaçado pelo Regime Militar no Brasil, esteve auto-exilado na Itália em 1969, onde chegou a fazer espetáculos com Toquinho. Nessa época teve suas canções Apesar de você (que dizem ser uma alusão negativa ao presidente Emílio Garrastazu Médici, mas que Chico sustenta ser em referência à situação) e Cálice proibidas pela censura brasileira. Adotou o pseudônimo de Julinho da Adelaide, com o qual compôs apenas três canções: Milagre Brasileiro, Acorda amor e Jorge Maravilha. Na Itália Chico tornou-se amigo do cantor Lucio Dalla, de quem fez a belíssima Minha História, versão em português (1970) da canção Gesù Bambino (título verdadeiro 4 marzo 1943), de Lucio Dalla e Paola Palotino. Em viagem a França, tornou-se amigo de Carlos Bandeirense Mirandópolis inspirando-se em uma de suas composições para criar Samba de Orly.
Ao voltar ao Brasil continuou com composições que denunciavam aspectos sociais, econômicos e culturais, como a célebre Construção ou a divertida Partido Alto. Apresentou-se com Caetano Veloso (que também foi exilado, mas na Inglaterra) e Maria Bethânia. Teve outra de suas músicas associada a críticas a um presidente do Brasil. Julinho da Adelaide, aliás, não era só um pseudônimo, mas sim a forma que o compositor encontrou para driblar a censura, então implacável ao perceber seu nome nos créditos de uma música. Para completar a farsa e dar-lhe ares de veracidade, Julinho da Adelaide chegou a ter cédula de identidade e até mesmo a conceder entrevista a um jornal da época.
Uma das canções de Chico Buarque que criticam a ditadura é uma carta em forma de música, uma carta musicada que ele fez em homenagem ao Augusto Boal, que vivia no exílio, quando o Brasil ainda vivia sob a ditadura militar.
A canção se chama Meu Caro Amigo e foi dirigida a Boal, que na época estava exilado em Lisboa. A canção foi lançada originalmente num disco de título quase igual, chamado Meus Caros Amigos, do ano de 1976.
Nordeste já
30 novembro 2010
Votação(Músicas)
Vocês já sabem do que se trata a ´postagem correto?
Pois então meus caros,agora, a votação é diferente! Agora vocês irão votar no rítimo musical que vocês mais gostam.
Vamos lá:
Os gêneros são:
POP
JAZZ
BLUES
ROCK
REGGAE
MPB
SAMBA
PAGODE
CHORINHO
CLÁSSICA
ÓPERA
FUNK
HIP-HOP
ELETRÔNICA
vote com conciência!!
Vai até dia um de Janeiro a votação!Postarei os 3 ganhadores no dia 27(meu níver)
Beijos
Clara
Pois então meus caros,agora, a votação é diferente! Agora vocês irão votar no rítimo musical que vocês mais gostam.
Vamos lá:
Os gêneros são:
POP
JAZZ
BLUES
ROCK
REGGAE
MPB
SAMBA
PAGODE
CHORINHO
CLÁSSICA
ÓPERA
FUNK
HIP-HOP
ELETRÔNICA
vote com conciência!!
Vai até dia um de Janeiro a votação!Postarei os 3 ganhadores no dia 27(meu níver)
Beijos
Clara
Votação ( FILMES )
Oi,
O assunto de hoje é VOTAÇÃO!
Mas, votação de que??
Simples, de tipos de filme!
Vamos lá! Os tipos são:
ROMANCE
DRAMA
AVENTURA
AÇÃO
SUSPENSE
TERROR
DESENHO
FATO REAL
DOCUMENTÁRIO
Votem! No dia 1/11 vou postar os resultados de minha pesquisa
!!VOTE!!
O assunto de hoje é VOTAÇÃO!
Mas, votação de que??
Simples, de tipos de filme!
Vamos lá! Os tipos são:
ROMANCE
DRAMA
AVENTURA
AÇÃO
SUSPENSE
TERROR
DESENHO
FATO REAL
DOCUMENTÁRIO
Votem! No dia 1/11 vou postar os resultados de minha pesquisa
!!VOTE!!
28 novembro 2010
Machado de Asssis
(...) Assim são as páginas da vida
como dizia meu filho quando fazia versos, e acrescentava que as
páginas vão passando umas sobre as outras, esquecidas apenas lidas.
"Suje-se Gordo!"
Joaquim Maria Machado de Assis, cronista, contista, dramaturgo, jornalista, poeta, novelista, romancista, crítico e ensaísta, nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 21 de junho de 1839. Filho de um operário mestiço de negro e português, Francisco José de Assis, e de D. Maria Leopoldina Machado de Assis, aquele que viria a tornar-se o maior escritor do país e um mestre da língua, perde a mãe muito cedo e é criado pela madrasta, Maria Inês, também mulata, que se dedica ao menino e o matricula na escola pública, única que freqüentará o autodidata Machado de Assis.
De saúde frágil, epilético, gago, sabe-se pouco de sua infância e início da juventude. Criado no morro do Livramento, consta que ajudava a missa na igreja da Lampadosa. Com a morte do pai, em 1851, Maria Inês, à época morando em São Cristóvão, emprega-se como doceira num colégio do bairro, e Machadinho, como era chamado, torna-se vendedor de doces. No colégio tem contato com professores e alunos e é até provável que assistisse às aulas nas ocasiões em que não estava trabalhando.
Mesmo sem ter acesso a cursos regulares, empenhou-se em aprender. Consta que, em São Cristóvão, conheceu uma senhora francesa, proprietária de uma padaria, cujo forneiro lhe deu as primeiras lições de Francês. Contava, também, com a proteção da madrinha D. Maria José de Mendonça Barroso, viúva do Brigadeiro e Senador do Império Bento Barroso Pereira, proprietária da Quinta do Livramento, onde foram agregados seus pais.
Aos 16 anos, publica em 12-01-1855 seu primeiro trabalho literário, o poema "Ela", na revista Marmota Fluminense, de Francisco de Paula Brito. A Livraria Paula Brito acolhia novos talentos da época, tendo publicado o citado poema e feito de Machado de Assis seu colaborador efetivo.
Com 17 anos, consegue emprego como aprendiz de tipógrafo na Imprensa Nacional, e começa a escrever durante o tempo livre. Conhece o então diretor do órgão, Manuel Antônio de Almeida, autor de Memórias de um sargento de milícias, que se torna seu protetor.
Em 1858 volta à Livraria Paula Brito, como revisor e colaborador da Marmota, e ali integra-se à sociedade lítero-humorística Petalógica, fundada por Paula Brito. Lá constrói o seu círculo de amigos, do qual faziam parte Joaquim Manoel de Macedo, Manoel Antônio de Almeida, José de Alencar e Gonçalves Dias.
Começa a publicar obras românticas e, em 1859, era revisor e colaborava com o jornal Correio Mercantil. Em 1860, a convite de Quintino Bocaiúva, passa a fazer parte da redação do jornal Diário do Rio de Janeiro. Além desse, escrevia também para a revista O Espelho (como crítico teatral, inicialmente), A Semana Ilustrada(onde, além do nome, usava o pseudônimo de Dr. Semana) e Jornal das Famílias.
Seu primeiro livro foi impresso em 1861, com o título Queda que as mulheres têm para os tolos, onde aparece como tradutor. No ano de 1862 era censor teatral, cargo que não rendia qualquer remuneração, mas o possibilitava a ter acesso livre aos teatros. Nessa época, passa a colaborar em O Futuro, órgão sob a direção do irmão de sua futura esposa, Faustino Xavier de Novais.
Publica seu primeiro livro de poesias em 1864, sob o título de Crisálidas.
Em 1867, é nomeado ajudante do diretor de publicação do Diário Oficial.
Agosto de 1869 marca a data da morte de seu amigo Faustino Xavier de Novais, e, menos de três meses depois, em 12 de novembro de 1869, casa-se com Carolina Augusta Xavier de Novais.
Nessa época, o escritor era um típico homem de letras brasileiro bem sucedido, confortavelmente amparado por um cargo público e por um casamento feliz que durou 35 anos. D. Carolina, mulher culta, apresenta Machado aos clássicos portugueses e a vários autores da língua inglesa.
Sua união foi feliz, mas sem filhos. A morte de sua esposa, em 1904, é uma sentida perda, tendo o marido dedicado à falecida o soneto Carolina, que a celebrizou.
Seu primeiro romance, Ressurreição, foi publicado em 1872. Com a nomeação para o cargo de primeiro oficial da Secretaria de Estado do Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, estabiliza-se na carreira burocrática que seria o seu principal meio de subsistência durante toda sua vida.
No O Globo de então (1874), jornal de Quintino Bocaiúva, começa a publicar em folhetins o romance A mão e a luva. Escreveu crônicas, contos, poesias e romances para as revistas O Cruzeiro, A Estação e Revista Brasileira.
Sua primeira peça teatral é encenada no Imperial Teatro Dom Pedro II em junho de 1880, escrita especialmente para a comemoração do tricentenário de Camões, em festividades programadas pelo Real Gabinete Português de Leitura.
Na Gazeta de Notícias, no período de 1881 a 1897, publica aquelas que foram consideradas suas melhores crônicas.
Em 1881, com a posse como ministro interino da Agricultura, Comércio Obras Públicas do poeta Pedro Luís Pereira de Sousa, Machado assume o cargo de oficial de gabinete.
Publica, nesse ano, um livro extremamente original , pouco convencional para o estilo da época: Memórias Póstumas de Brás Cubas -- que foi considerado, juntamente com O Mulato, de Aluísio de Azevedo, o marco do realismo na literatura brasileira.
Extraordinário contista, publica Papéis Avulsos em 1882, Histórias sem data (1884), Vária Histórias (1896), Páginas Recolhidas (1889), e Relíquias da casa velha (1906).
Torna-se diretor da Diretoria do Comércio no Ministério em que servia, no ano de 1889.
Grande amigo do escritor paraense José Veríssimo, que dirigia a Revista Brasileira, em sua redação promoviam reuniões os intelectuais que se identificaram com a idéia de Lúcio de Mendonça de criar uma Academia Brasileira de Letras. Machado desde o princípio apoiou a idéia e compareceu às reuniões preparatórias e, no dia 28 de janeiro de 1897, quando se instalou a Academia, foi eleito presidente da instituição, cargo que ocupou até sua morte, ocorrida no Rio de Janeiro em 29 de setembro de 1908. Sua oração fúnebre foi proferida pelo acadêmico Rui Barbosa.
É o fundador da cadeira nº. 23, e escolheu o nome de José de Alencar, seu grande amigo, para ser seu patrono.
Por sua importância, a Academia Brasileira de Letras passou a ser chamada de Casa de Machado de Assis.
Dizem os críticos que Machado era "urbano, aristocrata, cosmopolita, reservado e cínico, ignorou questões sociais como a independência do Brasil e a abolição da escravatura. Passou ao longe do nacionalismo, tendo ambientado suas histórias sempre no Rio, como se não houvesse outro lugar. ... A galeria de tipos e personagens que criou revela o autor como um mestre da observação psicológica. ... Sua obra divide-se em duas fases, uma romântica e outra parnasiano-realista, quando desenvolveu inconfundível estilo desiludido, sarcástico e amargo. O domínio da linguagem é sutil e o estilo é preciso, reticente. O humor pessimista e a complexidade do pensamento, além da desconfiança na razão (no seu sentido cartesiano e iluminista), fazem com que se afaste de seus contemporâneos."
27 novembro 2010
24 novembro 2010
19 novembro 2010
Biodísel
TEXTO I - A Energia Depois das Eleições
Adriano Pires - O Estado de S.Paulo
No dia 31 de outubro estaremos elegendo o novo presidente do Brasil. No campo da energia os desafios são grandes e os prejuízos que ocorrerão se esses desafios não forem vencidos cairão sobre toda a sociedade.
(...)
O Brasil é um país privilegiado em termos de oferta de combustíveis. Temos as tradicionais fontes de origem fóssil, a gasolina, o diesel e o GNV, e somos inovadores na produção de biocombustíveis, o etanol e, agora, o biodiesel. (...) Um desafio de cunho ambiental é produzirmos gasolina e diesel de melhor qualidade. O objetivo é cumprir a resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) que impõe um limite do teor de enxofre no diesel distribuído no País (...)
No caso do setor elétrico, a chamada "retomada do planejamento" não veio acompanhada de decisão sobre quais fontes de energia se quer desenvolver, de que forma isso seria feito e qual o nível de complementaridade entre as fontes disponíveis. Essa falta de definição da política energética acaba impactando e criando incertezas sobre a política de operação do sistema elétrico nacional e sobre o modelo de comercialização da energia. (...)
Do ponto de vista do interesse nacional (eis uma expressão a ser resgatada), não faz sentido que um país como o Brasil, que tem grande capacidade de produção de energia elétrica utilizando como fontes primárias o gás natural, o urânio, o carvão mineral, a cana-de-açúcar e os rios e os ventos, não elabore um modelo de longo prazo consistente com a sua realidade.
Fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101027/not_imp630448,0.php
Acesso em : 16/11/2010
TEXTO II - USINAS HIDRELÉTRICAS NO BRASIL
Usina Hidrelétrica em funcionamento
As usinas hidrelétricas são atualmente responsáveis por mais de 77% da energia elétrica produzida no Brasil. Para gerar energia, essas instalações dependem das águas dos rios em níveis adequados em suas represas. Entretanto, apesar de ser uma fonte de energia renovável e não emitir poluente, a energia hidrelétrica não está isenta da geração de impactos ambientais e sociais.
Esquema do funcionamento de uma Usina Hidrelétrica
IMPACTOS AMBIENTAIS
Esse tipo de geração de energia produz diversos impactos ambientais, o que faz com que seja motivo de polêmica atualmente com o avanço das discussões sobre desenvolvimento sustentável.
(...)
Fauna e Flora
Esses impactos ocorrem, principalmente, durante a construção dessas usinas, quando afetam a fauna e a flora local. O represamento da água contribui para esta destruição, fazendo com que diversas espécies fiquem submersas e morram, aqueles animais que conseguem fugir acabam saindo de seu habitat natural precisando se adaptar em novos lugares.
(...)
O represamento também gera um excesso de nutrientes e aumentando a proliferação de microorganismos que, além de poluir, causam consequências negativas aos homens. Além disso, a morte da floresta eleva a temperatura ambiente mudando o ciclo de chuvas. Outra polêmica em relação à construção das usinas hidrelétricas é a contribuição para o efeito estufa.
(...)
O aumento da construção de usinas, principalmente as hidrelétricas no Brasil, deve-se ao fato da energia ser um fator essencial para o desenvolvimento sócio-econômico de uma nação. Porém, os impactos sócio-ambientais causados por essas, normalmente, não são visíveis para a sociedade.
Texto adaptado de ARTIGOS.etc.br
Adriano Pires - O Estado de S.Paulo
No dia 31 de outubro estaremos elegendo o novo presidente do Brasil. No campo da energia os desafios são grandes e os prejuízos que ocorrerão se esses desafios não forem vencidos cairão sobre toda a sociedade.
(...)
O Brasil é um país privilegiado em termos de oferta de combustíveis. Temos as tradicionais fontes de origem fóssil, a gasolina, o diesel e o GNV, e somos inovadores na produção de biocombustíveis, o etanol e, agora, o biodiesel. (...) Um desafio de cunho ambiental é produzirmos gasolina e diesel de melhor qualidade. O objetivo é cumprir a resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) que impõe um limite do teor de enxofre no diesel distribuído no País (...)
No caso do setor elétrico, a chamada "retomada do planejamento" não veio acompanhada de decisão sobre quais fontes de energia se quer desenvolver, de que forma isso seria feito e qual o nível de complementaridade entre as fontes disponíveis. Essa falta de definição da política energética acaba impactando e criando incertezas sobre a política de operação do sistema elétrico nacional e sobre o modelo de comercialização da energia. (...)
Do ponto de vista do interesse nacional (eis uma expressão a ser resgatada), não faz sentido que um país como o Brasil, que tem grande capacidade de produção de energia elétrica utilizando como fontes primárias o gás natural, o urânio, o carvão mineral, a cana-de-açúcar e os rios e os ventos, não elabore um modelo de longo prazo consistente com a sua realidade.
Fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101027/not_imp630448,0.php
Acesso em : 16/11/2010
TEXTO II - USINAS HIDRELÉTRICAS NO BRASIL
Usina Hidrelétrica em funcionamento
As usinas hidrelétricas são atualmente responsáveis por mais de 77% da energia elétrica produzida no Brasil. Para gerar energia, essas instalações dependem das águas dos rios em níveis adequados em suas represas. Entretanto, apesar de ser uma fonte de energia renovável e não emitir poluente, a energia hidrelétrica não está isenta da geração de impactos ambientais e sociais.
Esquema do funcionamento de uma Usina Hidrelétrica
IMPACTOS AMBIENTAIS
Esse tipo de geração de energia produz diversos impactos ambientais, o que faz com que seja motivo de polêmica atualmente com o avanço das discussões sobre desenvolvimento sustentável.
(...)
Fauna e Flora
Esses impactos ocorrem, principalmente, durante a construção dessas usinas, quando afetam a fauna e a flora local. O represamento da água contribui para esta destruição, fazendo com que diversas espécies fiquem submersas e morram, aqueles animais que conseguem fugir acabam saindo de seu habitat natural precisando se adaptar em novos lugares.
(...)
O represamento também gera um excesso de nutrientes e aumentando a proliferação de microorganismos que, além de poluir, causam consequências negativas aos homens. Além disso, a morte da floresta eleva a temperatura ambiente mudando o ciclo de chuvas. Outra polêmica em relação à construção das usinas hidrelétricas é a contribuição para o efeito estufa.
(...)
O aumento da construção de usinas, principalmente as hidrelétricas no Brasil, deve-se ao fato da energia ser um fator essencial para o desenvolvimento sócio-econômico de uma nação. Porém, os impactos sócio-ambientais causados por essas, normalmente, não são visíveis para a sociedade.
Texto adaptado de ARTIGOS.etc.br
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